Postagem por:
Samuel Rodrigues
02 nov.2022

Na manhã desta quarta-feira (2), foi transmitida pelo canal estadunidense NBC a participação de Selena Gomez no programa de Kelly Clarkson, o “The Kelly Clarkson Show”. Como parte da divulgação de seu documentário intitulado “My Mind & Me”, a estrela concedeu uma entrevista em que falou sobre o processo de criação do filme documental de sua vida, “Only Murders in the Building”, se aventurou em um joguinho com a apresentadora e mais. A colaboração da cantora no talk show foi gravada no dia 11 de outubro. Confira abaixo:

FOTOS

ENTREVISTA


Dando início à entrevista, Kelly fala sobre ter avistado Selena durante a edição deste ano do Emmy. A artista brinca ao lembrar que o forro de seu vestido ficava subindo e que as pessoas atrás dela abaram vendo demais. Ela também conta sobre comemorar devidamente seus 30 anos. Segundo Selena, os 30 mereciam uma festa. “Estou gostando do processo de ter 30 anos, aprender a acompanhar as coisas como posso e me importar com quem me atrelo. É meio que uma jornada”, pondera a filantropa. Kelly e Selena voltam a colocar o documentário em pauta ao abordarem que determinadas amizades acabam marcando, mas deixam de existir conforme o tempo. A apresentadora tece comentários falando que conseguiu se associar a isso vendo o documentário. Selena conta que, desde o início das filmagens da película documental, algumas pessoas não estão mais em sua vida como antigamente e que isso foi necessário para sua evolução.
Selena e Kelly também discutem sobre como foi para a cantora se abrir em relação ao transtorno bipolar e o lúpus e citá-los em público. Ela conta sobre sua experiência de discursar no Hospital McLean, especializado no âmbito de saúde mental e como se tornou capaz de dizer seu diagnóstico em voz alta, o que lhe deu força. Percebendo que não foi fácil, a estrela decidiu que o documentário deveria ter uma impressão pessoal. Gomez revela se sentir nervosa, já que o documentário mostra um lado diferente de sua pessoa. Kelly se mostrou comovida quando declara à Selena que assistiu ao documentário e o descreve como poderoso. As musicistas terminam o primeiro bloco conversando sobre a possibilidade de o filme documental abrir a mente dos espectadores no que tange aos estigmas da saúde mental.
Em continuidade, Selena fala sobre ter viajado em parceria com uma ONG (WE) e ter escutado histórias de outras pessoas passando por dificuldades em termos de saúde mental. Em específico, ela relembra de uma garota se abrindo categoricamente para os que estavam presentes no local. Selena e Kelly, mais uma vez, trazem à tona a mensagem exibida no documentário, falando sobre os altos e baixos aos quais Gomez foi submetida e que, no fim, as coisas se encaixaram e ela pôde seguir com sua vida. Ela reitera que não quis transformar o documentário em um material exclusivamente sobre si mesma e, sim, em algo que pudesse conscientizar aqueles que assistirem.
Ainda, Selena revela não ter nenhum drama em sua vida, brinca se deveria criar um novo drama para criar músicas e fala que há apenas boas coisas acontecendo e que tenta descobrir a melhor forma de canalizar todos esses sentimentos. “Sinceramente, é a melhor terapia”, pontua ela.
Kelly cita a participação de Selena na série “Only Murders in the Building” e lhe pergunta sobre como é trabalhar com Steve Martin e Martin Short. A atriz detalha como muito estranho, que ambos são divertidos e conta que, até mesmo, já precisou explicar que Dua Lipa se tratava de uma cantora e não de uma coisa.

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